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| Enviado por Kellinho - 19.5.2012 | 18h44m |
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Vergonha nacional - Collor e o petista Cândido Vaccarezza: constrangimento à imprensa e troca de gentilezas com o governador Sérgio Cabral
Acusada de irregularidades e pagamento de propina, a construtora Delta, uma das maiores do país, agoniza. Nos bastidores, seu dono ameaça revelar segredos que comprometeriam políticos e outras grandes empreiteiras
Otávio cabral e Daniel Pereira
Blefe? - Fernando Cavendish, proprietário da Delta, tem enviado recados a grandes empreiteiros e políticos sobre o risco de surgirem revelações envolvendo caixa dois e dinheiro para campanhas eleitorais (Cristiano Mariz e Oscar Cabral)
É absolutamente previsível a explosão que pode emergir de uma apuração minuciosa envolvendo as relações de uma grande construtora, no caso a Delta Construções, e seus laços financeiros com políticos influentes. A empreiteira assumiu o posto de líder entre as fornecedoras da União depois de contratar como consultor o deputado cassado José Dirceu, petista que responde a processo no Supremo Tribunal Federal (STF) no papel de "chefe da organização criminosa" do mensalão. Além disso, consolidou-se como a principal parceira do Ministério dos Transportes na esteira de uma amizade entre seu controlador, Fernando Cavendish, e o deputado Valdemar Costa Neto, réu no mesmo processo do mensalão e mandachuva do PR, partido que comandou um esquema de cobrança de propina que floresceu na gestão Lula e só foi desmantelado no ano passado pela presidente Dilma Rousseff. A empreiteira de Cavendish é dona da maior fatia das obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e tem contratos avaliados em cerca de 4 bilhões de reais com 23 dos 27 governos estaduais. Todo esse império começou a ruir desde que a Delta foi pilhada no epicentro do escândalo envolvendo o contraventor Carlos Cachoeira. Se os segredos de Cachoeira são dinamite pura, os de Cavendish equivalem a uma bomba atômica. Fala, Cavendish!
Na semana passada, a CPI do Cachoeira aprovou a convocação de 51 pessoas e 36 quebras de sigilo bancário, fiscal e telefônico. Os números foram festejados pela cúpula da comissão como prova inconteste da disposição dos parlamentares para investigar os tentáculos da máfia da jogatina nos partidos políticos, na seara das empreiteiras e na administração pública. Sob essas dezenas de votações, no entanto, esconde-se a operação patrocinada pelo ex-presidente Lula e alguns políticos para impedir que a bomba atômica de Cavendish seja detonada. A estratégia é enaltecer as convocações e quebras de sigilo relativas a empresas e personagens já fartamente investigados pela Polícia Federal. Assim fica mais fácil despistar as manobras para evitar que Cavendish conte tudo — mas tudo mesmo — o que sabe sobre como obter obras públicas pagando propinas a pessoas com poder de decisão nos governos. Investigar a Delta, aliás, foi considerada a tarefa prioritária pelos próprios delegados da Polícia Federal que prestaram depoimento à CPI. Eles disseram que desvendar os mecanismos subterrâneos de concessão de obras públicas no Brasil seria o maior legado da CPI. Fala, Cavendish!
Deflagradas pela Polícia Federal, as operações Vegas e Monte Carlo revelaram o envolvimento do contraventor Carlos Cachoeira com políticos como o senador Demóstenes Torres (ex-DEM) e Cláudio Abreu, ex-diretor da Delta na Região Centro-Oeste. Entre outras atividades, o trio agia para abrir os cofres dos governos estaduais e federal à empresa. Para tanto, ofereceria propina em troca de contratos. A PF colheu indícios desse tipo de oferta criminosa, por exemplo, em Goiás e no Distrito Federal. Foi com base nessa delimitação geográfica que os petistas defenderam uma investigação sobre a atuação da empreiteira apenas na Região Centro-Oeste — tese que saiu vitoriosa na semana passada. "Não há conversa gravada do Cachoeira com o Fernando Cavendish. A CPI não pode se transformar numa casa de espetáculo", bradou o deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP). "A generalização beira a uma devassa", reforçou Paulo Teixeira (PT-SP). Os petistas cumpriram à risca as ordens dadas por Lula um dia antes, quando ele esteve em Brasília para a cerimônia de instalação da Comissão da Verdade. A ordem foi calar Cavendish. Mas o correto é o contrário. Fala, Cavendish!
O ex-presidente sabe do potencial de dano ao PT e a seus aliados caso Fernando Cavendish conte como a sua Delta conseguia seus contratos de obras e, em troca, pagava políticos. Numa conversa gravada com ex-sócios, Cavendish os incentivou a cortar caminho para o sucesso comprando políticos. Na tabela da corrupção da Delta, um senador, por exemplo, custaria 6 milhões de reais. A Delta tem obras contratadas por governadores pertencentes aos maiores partidos do país — PT, PSDB e PMDB. Será que essa onipresença da Delta explica as razões pelas quais a CPI decidiu não chamar para depor os governadores Agnelo Queiroz (PT-DF), Marconi Perillo (PSDB-GO) e Sérgio Cabral (PMDB-RJ)? O deputado Vaccarezza deu a resposta. "A relação do PMDB com o PT vai azedar na CPI. Mas não se preocupe, você é nosso e nós somos teu", escreveu em idioma parecido com o português o deputado Vaccarezza numa mensagem de celular destinada ao governador Sérgio Cabral. Captada pelas câmeras de televisão do SBT, a mensagem revela de forma inequívoca o grande arranjo para calar o dono da Delta, amigo íntimo de Cabral. Portanto, é bom repetir a palavra de ordem que pode salvar a CPI do fracasso. Fala, Cavendish!
Nos bastidores, Cavendish tem falado. E muito. Ele usou interlocutores de sua confiança para divulgar suas mensagens. Uma delas foi endereçada aos políticos. Seus soldados espalharam a versão de que a empreiteira destinou cerca de 100 milhões de reais nos últimos anos para o financiamento de campanhas eleitorais — e que o dinheiro, obviamente, percorreu o bom e velho escaninho dos "recursos não contabilizados". Uma informação preciosa dessas deveria excitar o ânimo investigativo da CPI do Cachoeira. Os mensageiros de Cavendish também procuraram solidariedade na iniciativa privada. A arma foi ressaltar que o caixa dois da Delta, que serviu para financiar campanhas, segue um modelo idêntico ao de outras empreiteiras, inclusive usando os mesmos parceiros para forjar serviços e notas fiscais frias. A mensagem é: se atingida de morte, a Delta reagiria alvejando gente graúda. Como o navio nazista Bismarck, a Delta afundaria atirando. Faria, assim, um bem enorme ao interesse coletivo, mas seria mortal aos interesses privados. Os mensageiros de Cavendish têm espalhado que a mesma empresa fornecedora de notas frias da qual sua construtora se servia abastecia outras duas grandes empreiteiras. São essas ameaças, somadas à coloração suprapartidária dos contratos firmados, que azeitam a blindagem da Delta. Como saber se Cavendish está apenas blefando em uma clássica operação de controle de danos? Levando-o à CPI. Fala, Cavendish!
Desde a eclosão do escândalo, a Delta foi forçada a deixar as obras do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), encomendadas pela Petrobras, e da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol), sob responsabilidade do Ministério dos Transportes. A polêmica sobre o destino da empreiteira pôs a presidente e o antecessor em rota de colisão pela segunda vez em menos de dois meses. Lula patrocinou a criação da CPI do Cachoeira ao considerá-la uma oportunidade de desqualificar instituições que descobriram, divulgaram e investigaram o esquema do mensalão, como a imprensa, o Ministério Público, o Judiciário e a oposição. Logo após a abertura da CPI, Fernando Cavendish passou a negociar a empresa com o grupo J&F, cujos donos eram parceiros preferenciais do governo Lula. A venda foi orquestrada pelo ex-presidente. O papel de Henrique Meirelles, presidente do Banco Central nos oito anos de mandato do petista e atual CEO do J&F, na manobra ainda não está claro. Meirelles não comenta, mas sabe-se que ele, desde os tempos de BC, não assina nada que não tenha a chancela de seus advogados particulares.
Cristiano Mariz
O J&F tem 35% de suas ações nas mãos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Mais que isso. Tomou emprestados mais de 6 bilhões de reais no banco. É, portanto, uma empresa semiestatal. Por meio de assessores, a presidente Dilma Rousseff deixou claro que seu governo não apoia a encampação da Delta pelo grupo J&F. A contrariedade de Dilma foi explicitada pela decisão das estatais de tirar a Delta de obras do Dnit e da Petrobras. Dilma determinou à Controladoria-Geral da União (CGU) que declare a empreiteira inidônea e, portanto, proibida de fechar contratos com a União. "O governo fará tudo o que estiver a seu alcance para esse negócio não sair", diz um auxiliar da presidente. Quem conhece Fernando Cavendish mais de perto garante que ele nem de longe vestiria o traje de homem-bomba. Mas como ter certeza de que tem potencial explosivo ou apenas quer minimizar os ataques a ele e a sua empresa? Levando-o à CPI. Vamos lá, coragem. Fala, Cavendish!
http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/a-implosao-de-uma-empreiteira
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| Enviado por Kellinho - 19.5.2012 | 8h37m |
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POR REINALDO AZEVEDO- ARTICULISTA DA VEJA
Escrevi um post às 21h58 desta sexta sobre a apreensão, determinada pela Justiça Eleitoral do Rio, de um jornal do PR do estado, sob o comando do deputado Anthony Garotinho. O material traz as fotos da intrépida trupe cabralina em suas folias parisienses, procura ligar o governador ao escândalo da Delta e tenta envolver, de quebra, o prefeito Eduardo Paes. Afirmei que não conhecia o material, mas que sentia no ar o fedor da censura. Muito bem. Leitores me enviam a reprodução digital do jornal. Se eu tinha alguma dúvida sobre ser ou não censura, ela se dissipou totalmente: É CENSURA!!! E é também lamentável. Parece que juízes eleitorais não se inteiraram da decisão do Supremo a respeito.
Sim, o material segue o estilo Garotinho: linguagem agressiva, acusações contundentes, contrastes com certo apelo populista… E daí? Foi feito para o seus partidários. Se Cabral e Paes não gostaram, e duvido que tenham gostado, têm as Justiças criminal e cível à sua disposição. O QUE NÃO É POSSÍVEL É A JUSTIÇA ELEITORAL MANDAR RECOLHER O JORNAL SOB O PRETEXTO DE QUE É CAMPANHA ANTECIPADA. Suponho que Garotinho, ora vejam!, está se articulando para tentar impedir que Paes de reeleja neste ano e para impedir que Cabral faça o sucessor em 2014. Assim fazem as oposições, não? É do jogo!
Se o padrão no Rio ou em qualquer lugar for o empregado pela juíza, quem está no governo ficará lá pelos próximos 200 anos. Afinal, como a campanha não começou, o governador pode, por exemplo, levar o prefeito para inaugurações. Campanha eleitoral antecipada, meritíssima??? Além de aplicar uma censura que considero inconstitucional, a juíza Ana Paula Pontes Cardoso, da 192ª zona eleitoral, está impedindo a oposição de fazer oposição. E isso é um péssimo precedente.
A Justiça Eleitoral no Brasil não pode ser uma espécie de AI-5 dos direitos fundamentais. Até porque, reitero, ela tem se mostrado impotente para impedir que o governante de turno use o mandato para cuidar da própria reeleição ou da eleição de um aliado. Se há crimes no jornal de Garotinho, que sejam punidos. A Justiça Eleitoral decidir ter a tutela da liberdade de expressão, com recolhimento de jornal, aí não! Até porque o material não toca em eleição. “Ah, mas estão pensando nisso!” Não me digam! Só faltava a oposição estar apostando na vitória da situação…
http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/nao-tenho-mais-duvida-no-caso-da-apreensao-de-jornais-do-pr-no-rio-o-que-se-tem-e-um-caso-escancarado-de-censura-aplicada-pela-justica-eleitoral-decisao-e-inconstitucional/
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| Enviado por Kellinho - 18.5.2012 | 20h35m |
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Regina de Oliveira
Em audiência pública realizada na manhã desta sexta-feira (18), o superintendente de Orçamento da secretaria municipal de Controle e Orçamento, José Alves de Azevedo Neto, apresentou o projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para o ano de 2013 em Plenário da Câmara Municipal de Campos (CMC). As diretrizes que servirão de base para a elaboração da Lei Orçamentária de 2013 foram discutidas por parlamentares e representantes da sociedade civil organizada.
As alterações consideradas necessárias pelos vereadores poderão ser feitas até 30 de junho, prazo em que a lei deve estar aprovada. A audiência pública para a apresentação do projeto da LDO/ 2013 foi presidida pelo presidente da CMC, Nelson Nahim.
De acordo com a proposta apresentada, o orçamento estimado para o próximo ano é na ordem de R$ 2.135.000.000,00, sendo R$ 357 milhões destinados a investimentos em obras. Durante a apresentação, José Alves destacou que, em dezembro de 2012, o governo municipal totalizará, em quatro anos de gestão, R$ 1.573.000.000,00 de recursos destinados a investimentos para a população. O número é 57% superior ao previsto no começo de 2009, quando a Prefeita Rosinha Garotinho assumiu a Prefeitura.
- A previsão era de R$ 1bilhão de investimentos em quatro anos e, hoje, graças ao avanço obtido pelo governo, estamos superando esse total. Somente em 2012, serão R$ 530 milhões de investimentos. É importante frisar que não existem obras fantasmas no governo Rosinha. Essa é uma gestão que faz licitação, elabora orçamento e executa as obras. Temos orgulho de sermos citados no Diário Oficial do Estado do Rio, que nos colocou em segundo lugar em investimento, sendo Campos o município que investe mais do que a China - ressaltou José Alves.
http://www.campos.rj.gov.br/exibirNoticia.php?id_noticia=13645
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| Enviado por Kellinho - 18.5.2012 | 5h17m |
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Jornais do PR sobre as farras na Europa estão sendo apreendidos
Oficiais de Justiça estão neste momento (20h) na sede do PR, no Centro do Rio apreendendo de forma ilegal e arbitrária o jornal “A República – 22”, órgão oficial do Partido da República. Nesta edição de maio, o jornal está divulgando as imagens das farras de Cabral na Europa em companhia dos seus secretários.
A decisão é da juíza Ana Paula Pontes Cardoso, titular da 192ª Zona Eleitoral e atende a um pedido do PMDB. Na sua fundamentação a juíza afirma que “as imagens podem configurar propaganda eleitoral antecipada”. Isso é um absurdo. Não há propaganda alguma como podem ver acima. Essas mesmas imagens foram divulgadas em todas as emissoras do país, por revistas de circulação nacional (Veja, Época, Isto É, Carta Capital), e pelos principais jornais do país.
Isto tem outro nome. Não é propaganda eleitoral antecipada. É censura a pedido do PMDB. Mais grave é o que os advogados me informaram pelo telefone já que me encontro na Região dos Lagos em reunião partidária. Na ânsia de atender o partido do governador e do prefeito, a juíza transformou sua decisão num mandado de busca de apreensão. Ora, qualquer advogado sabe que ela tinha que instruir o mandado de busca e apreensão, o que não fez, mas como não tinha tempo, usou a própria decisão para fazê-lo. É uma ilegalidade flagrante.
A decisão é provisória, em caráter liminar, mas é tão absurda que amanhã os advogados do partido ingressarão na Justiça para revertê-la. O desespero de Sérgio Cabral, Eduardo Paes e da Gangue dos Guardanapos é que os primeiros exemplares distribuídos hoje à tarde antes da decisão na Central do Brasil e na Praça XV causaram uma verdadeira revolta na população. O que Cabral e sua turma temem é que as imagens ridículas que protagonizaram cheguem ao conhecimento do povão e produzam um desgaste ainda maior à sua imagem já debilitada e ao PMDB.
A decisão da juíza da 192ª Zona Eleitoral é inconcebível num regime democrático. Não há pedido de voto, não há propaganda política nem eleitoral antecipada. O jornal está reproduzido na íntegra no alto, basta clicarem e conferirem. Há apenas as reproduções de imagens que circularam em todo o Brasil. Isso é censurar o debate político, é interferir na disputa eleitoral para tentar esconder do povo práticas nada republicanas de seus administradores. Em suma, é mais uma vergonha.
O secretário-geral do PR, Fernando Peregrino vai registrar queixa na delegacia contra essa arbitrariedade digna da piores ditaduras. Daqui a pouco daremos mais informações.
Quem quiser baixar o jornal é só fazer o download usando o link abaixo.
Para baixar o Jornal da República, USE O LINK ABAIXO
http://www.blogdogarotinho.com.br/lartigo.aspx?id=10856
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| Enviado por Kellinho - 17.5.2012 | 7h22m |
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Por Júlio Tinoco
Aberto na manhã desta quarta-feira (16), no auditório da Faculdade de Medicina de Campos (FMC), o I Curso de Epidemiologia Hospitalar e Infecção Relacionada à Assistência em Saúde. O evento acontece numa realização conjunta do Núcleo de Vigilância Epidemiológica Hospitalar do Ferreira Machado (NVH), da Fundação Municipal de Saúde (FMS) e Secretaria de Saúde de Campos.
No primeiro dia de palestras, o superintendente de saúde coletiva do município, Charbell Kury, falou sobre “Doenças e agravos de notificação compulsória” e o coordenador da comissão de prontuários médicos do NVH, Sandro Bichara, falou sobre a “Importância da Revisão de Prontuários na Investigação Epidemiológica”.
— Procurei fazer um link entre a investigação epidemiológica e a implantação de um novo modelo de prontuário no Hospital Ferreira Machado. Nosso principal objetivo é melhorar a qualidade dos prontuários e da assistência médica integral aos pacientes, proporcionando maior satisfação dos usuários e profissionais — disse Bichara.
De acordo com a médica Christiane do Carmo, que é uma das organizadoras do I Curso de Epidemiologia Hospitalar e Infecção Relacionada à Assistência em Saúde, o evento segue na próxima terça-feira (22), a partir das 9h, no auditório da FMC com palestras ministradas pelo médico Telmo Garcia e pela enfermeira Keila Calil.
— O curso inicialmente foi voltado para médicos, enfermeiros (técnicos e auxiliares) e fisioterapeutas, mas recebemos uma grande procura por parte dos profissionais de laboratórios, administradores hospitalares e estudantes que preencheram as vagas disponibilizadas — relatou Christiane.
http://www.campos.rj.gov.br/exibirNoticia.php?id_noticia=13607
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| Enviado por Kellinho - 16.5.2012 | 17h48m |
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Garotinho, o jornalista Tarcísio Holanda e o deputado Carlos Zarattini na gravação do programa Brasil em Debate, da TV Câmara (Foto de André Couto)
Participei com o deputado Carlos Zarattini (PT-SP), relator do projeto dos Royalties na Comissão Paritária, do programa Brasil em Debate, mediado pelo jornalista Tarcísio Holanda. A redistribuição dos Royalties de Petróleo foi o tema central do debate, assim como a corajosa declaração da Presidente Dilma na marcha dos prefeitos. Aliás, eu critico quando tenho que criticar, mas sou justo. Me surpreendeu, mas merece aplausos a declaração da presidente Dilma de que não vai mexer na divisão daquilo que está em vigor. A divisão tem que ser daqui em diante. Isso garante a tranqüilidade principalmente dos municípios produtores que corriam o risco de quebrar se os royalties lhes fossem tirados.
O programa vai ao ar pela TV Câmara, amanhã (quinta-feira) às 22h30m, e sexta-feira, às 07h.
http://www.blogdogarotinho.com.br/lartigo.aspx?id=10845
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| Enviado por Kellinho - 16.5.2012 | 7h28m |
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Por Júlio Tinoco
De 16 a 19 de maio, um grupo formado por fisioterapeutas da Fundação Municipal de Saúde (FMS) vai participar de quatro eventos simultâneos da área de fisioterapia: XVI Simpósio Internacional de Fisioterapia Respiratória e Fisioterapia Intensiva; VIII Congresso Brasileiro de Fisioterapia Respiratória; VII Congresso Brasileiro de Fisioterapia Intensiva; e I Encontro Luso-Brasileiro de Fisioterapia Cardiorrespiratória e Fisioterapia Intensiva, no Centro de Convenções SulAmérica, no Rio de Janeiro.
De acordo com o coordenador de reabilitação do Hospital Ferreira Machado (HFM), Douglas César Resende, a FMS vai contar com uma significativa representatividade no evento. “Do HFM além de mim, vão participar Elizabete Viana Soares e Maura Nogueira Cobra, já do HGG irão Luciano Matos Chicayban, Bruno Souza Soares, Eloise Conceição Moreira dos Santos, Everton Araújo Calvacante e Carine Amado de Souza”, disse.
Ainda segundo Douglas, o objetivo é a atualização em nível internacional. ”Vamos ter a oportunidade de confrontar nossas vivências com outros profissionais do país e de fora dele”, falou.
Com o tema “Inovação e o Desenvolvimento Tecnológico a Serviço da Saúde”, o megaencontro contará com palestrantes de renome internacional, como o português Dr. Miguel Gonçalves, o belga Dr. Rik Gosselink e o norte-americano Dr. Ross Arena.
http://www.campos.rj.gov.br/exibirNoticia.php?id_noticia=13592
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